A edição de Julho da revista Momentos de Partilha traz uma receita de salada russa (para 6 pessoas). Achando eu que tinha tudo em casa, resolvi fazer a receita. Sendo uma salada fresca e tipicamente estival, era mesmo o que estava a apetecer. Ainda por cima, é uma daquelas receitas que utiliza a Bimby a 100% e nunca uma salada russa me soube tão bem. Optei por usar maionese de compra, em vez de fazer para não ficar no frigorífico a estragar-se, caso não se usasse toda. Cozer os legumes a vapor dá-lhes outro sabor tornando-os mais suculentos. Foi, sem dúvida, a melhor salada russa que alguma vez comi. 

Ingredientes:
200g de cenoura, cortada em cubos pequenos
200g de ervilhas descongeladas (não tinha, aumentei a quantidade de cenoura)
400g de filetes de pescada (usei mimos de pescadas)
600g de água
1 c. chá de sal marinho
10g de azeite
600g de batata, cortada em cubos pequenos
4 ovos (usei 3 grandes)
300g de maionese



Preparação Thermomix®:
Colocar no copo da Bimby a água com o azeite e o sal e, por cima, colocar o cesto.
No cesto colocar os ovos e as batatas. Colocar a tampa sem o copo medidor.
Colocar papel vegetal no tabuleiro da Varoma.
Colocar na Varoma a cenoura e ervilhas e no tabuleiro, com papel vegetal, colocar o peixe.
Programar 30 min/ Varoma/ vel 2. Deixar arrefecer por completo.
No copo passado por água, picar os ovos e o peixe 1 seg/ vel 4.
Juntar tudo num recipiente de servir e envolver delicadamente com a maionese. 
Servir frio. 



Já estou em contagem decrescente para as férias. Desacelerar o ritmo. Ir à praia, descansar, passear, ler, comer bem, dormir a sesta. E voltar a trocar os dias pelas noites que bem preciso.

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Salada russa


Salada russa é uma salada de legumes em cubos e outros alimentos associados com maionese. É chamada de “Salada Olivier” na RússiaUcrâniaIrão e Estados Unidos.

Foi inventada nos anos 1860 por Lucien Olivier, chef do famoso restaurante Hermitage situado na praça Trubnaia, em Moscovo. Este prato tornou-se muito popular pelos frequentadores do local e a sua fama se estendeu. A receita exata – particularmente a do molho – é o segredo de Lucien Oliver, mas seu assistente, Ivan Ivanov, um dia tentou afastar o chef da cozinha e observou o estabelecimento de comida para deduzir a composição o prato e seu molho.

Ivanov foi então contratado como chefe em outro restaurante, onde ele propôs “stolychnyj” uma salada semelhante à de Olivier, mas os gourmets notam que o molho não era tão bom. (Sabemos que a de Olivier era uma espécie de maionese, feita com vinagre francês, mostarda e azeite Provence, mas não as proporções exatas.)

Ivanov vendeu a receita para várias editoras, o que contribui para sua popularização. Os ingredientes raros, caros, sazonais, ou difíceis de preparar foram gradualmente substituídos por alimentos mais baratos e mais acessíveis para compor receitas agora considerados de fácil execução e de baixo custo.

Esta simplificação é principalmente devido à escassez de alimentos causada pela Revolução Russa de 1917.

A salada russa faz parte das tradições culinárias da Rússia. Ela é utilizada em conjunto com todas as principais celebrações familiares, especialmente o Dia do Ano Novo.

A fama desta salada chegou a muitos países, em primeiro a França, onde se encontram muitos aristocratas russos. Aperitivos na moda, a salada espalhou para a InglaterraItália e Espanha, onde é amplamente consumida no nome Ensaladilla Rusa. E também na Roménia, onde é chamada de Salata de carne.


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